quinta-feira, 24 de abril de 2014


DUQUE DE CAXIAS

Conheça o Bairro 25 de Agosto em Caxias


Jardim 25 de Agosto é um bairro do 1º distrito da cidade brasileira de Duque de Caxias. Seu nome origina-se da data de nascimento do patrono do exército brasileiro, o Duque de Caxias, que dá nome ao município.
Com população predominantemente de classe média, o local faz fronteira com diversos bairros da cidade, incluindo Parque Duque, Beira Mar e o próprio Centro comercial do município. Sua principal avenida, a Av. Brigadeiro Lima e Silva corta toda a extensão do bairro.

Transportes
Por ser próxima ao centro, os moradores não têm problemas com transporte. Na Avenida Brigadeiro Lima e Silva passam ônibus para praticamente todos os bairros do município. Além disso, os ônibus intermunicipais que passam pelo bairro deixam em pontos estratégicos de outras cidades, como por exemplo Penha e Pilares, no Rio de Janeiro, assim como a Central do Brasil. oe centro de Magé e Piabetá, e para centro de Niterói.
Cortado pela linha do trem, o bairro também conta com uma estação da Supervia, localizado no limite com o centro da cidade, que liga para diversos bairros e municípios do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminense e para bairros da Zona Sul da capital fluminense, através do metrô.
O bairro é cortado pela Avenida Brigadeiro Lima e Silva, que liga a Rodovia Washington Luiz ao centro da cidade. Portanto, para quem vem de Petrópolis e dos demais distritos do município, a avenida é caminho certo para chegar ao bairro. Para quem vem dos demais bairros da Baixada Fluminense, o acesso é feito pela Rua Paulo Lins, viaduto sobre a RFFSA que termina na Avenida Presidente Kennedy.

Economia
Por ser situado próximo ao Centro, o bairro abriga diversas lojas, bancos, supermercados e praças, sendo portando um dos mais importantes locais do município. Hospitais particulares também fazem parte do bairro, como o Cotefil e o Daniel Lippi. Além disso, 25 de Agosto também conta com um shopping, o Shopping Unigranrio, também conhecido como Shoping da AFE, localizado ao lado da universidade.

Educação e lazer
Situa-se em 25 de Agosto o Ineb, a Unigranrio, maior instituição de ensino superior da cidade. O bairro também abriga um campus da Universidade Estácio de Sá, além de várias instituições de preparação para concursos e de formação técnica. Com isso, boa parte da população jovem do município se desloca para o bairro para estudar.
Por estar em uma região central da cidade, o bairro conta com diversas praças e locais de lazer. A Praça Humaitá, conhecida como Praça do Detran, é uma delas, onde além de ser uma região muito movimentada, conta também com campos de futebol society e um parquinho. Há também a Praça Roberto Silveira, uma das mais conhecidas da cidade, situada entre o bairro e o centro do município.

Esportes
No bairro, fica situada a Vila Olímpica de Duque de Caxias, 2 que conta com um ginásio onde se praticam jogos de basquete, futsal e vôlei, um estádio de futebol com capacidade para 2 mil pessoas (Telê Santana, também conhecido como Maracanãzinho 3 , onde o Duque caxiense manda os seus jogos) e uma pista de atletismo


DUQUE DE CAXIAS

Jardim Gramacho, um bairro que sofre com o problema do lixo


Jardim Gramacho é um bairro do município de Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil, construido em conjunto e alicerçado no maior aterro sanitário da América Latina. O local na verdade é terreno de marinha conquistado do mar, pelos habitantes (posseiros dependentes da reciclagem) e segundo fontes da época, recebia, por dia, mais de 7.000 toneladas de rejeitos químicos e orgânicos provenientes dos municípios vizinhos da Baixada Fluminense e também do município do Rio de Janeiro que eram despejados diretamente no fundo da Baia de Guanabara contribuindo grandemente com a poluição das aguas.

Confusão com o bairro de Gramacho com o Aterro do Jardim Gramacho.
No município de Duque de Caxias, existe um outro bairro chamado apenas de Gramacho, local onde existe uma estação de trens, a Estação Gramacho, já o Jardim Gramacho inicia no viaduto Frei Caneca que da acesso ao Gramacho pela nova Rodovia Rio Petropolis. São bairros distintos e localizados um a esquerda do outro: ou seja enquanto o bairro Jardim Gramacho fica às margens da baia de Guanabara entre Rodovia Washington Luís (BR-040), o bairro de Gramacho é limitado pela antiga rodovia Rio PetropolisAvenida Presidente Kennedy e fica às margens do Rio Sarapuí (que faz a divisão entre o primeiro e o segundo distritos).

Aterro sanitário de Jardim Gramacho
Em fevereiro de 2005, a prefeitura de Duque de Caxias começou a cobrar uma taxa de recomposição ambiental por caminhão que depositava lixo em Jardim Gramacho. Em dezembro de 2006, assim era caracterizado o bairro em reportagem da Agência Brasil:
Jardim Gramacho possui 20.000 habitantes e bolsões de miséria – cinquenta por cento da população sobrevive de reciclagem. Sem saneamento básico, as pessoas moram em barracos de madeira e papelão e em palafitas.

"Após três décadas de uso do local para o despejo do lixo da região metropolitana do Rio de Janeiro, o governo carioca decidiu que, em 2007, desativaria o aterro." Desativação que não ocorreu, levando à saturação do aterro sanitário. Em agosto de 2008, cinquenta por cento da área já estava interditada. O terreno se encontra instável desde 2004, mas o aparecimento de um grande número de novas rachaduras em um curto espaço de tempo provocou a decisão de acumular lixo somente no centro do aterro sanitário. Em outubro de 2008, a Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro decidiu interditar setenta por cento da área do aterro sanitário de Gramacho em decorrência da alta frequência de aparição de rachaduras. Em janeiro de 2009, a secretaria de meio ambiente do município informou que, em Jardim Gramacho, existiam doze aterros clandestinos. Para o prefeito, esses lixões deveriam ser fechados imediatamente porque ofereciam grande risco ambiental. Ele atribuiu o crescimento de lixões clandestinos à cobrança de taxas para entrada no Aterro Sanitário de Jardim Gramacho:
- Com a cobrança do talão verde, as pessoas, para não pagarem a entrada no aterro, preferem pagar menos em lixões clandestinos e isso faz aumentar o número de aterros ilegais.

— José Camilo Zito, prefeito de Duque de Caxias
A então secretária estadual do ambiente, Marilene Ramos, esteve em Duque de Caxias no início de 2009 e firmou diversos compromissos ambientais. Um deles foi a necessidade de fechamento do Aterro Sanitário de Jardim Gramacho.
Um novo anúncio da desativação do aterro sanitário foi feito em 15 de fevereiro de 2011. O prefeito de Duque de Caxias, José Camilo Zito, o secretário estadual do meio ambiente, Carlos Minc, a presidente do Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, Marilene Ramos, o secretário municipal do meio ambiente e representantes da Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro se reuniram e anunciaram que o aterro sanitário de Gramacho seria desativado em dezembro de 2016. Também em 15 de fevereiro de 2011, um grupo de empresários visitou o aterro sanitário, interessados em conhecer o processo de reciclagem realizado pelos catadores para as indústrias. A iniciativa do encontro partiu da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro.
Depois de mais um adiamento (o aterro sanitário continuou em funcionamento após dezembro de 2011), o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes anunciou, em 10 de abril de 2012, que o aterro seria fechado em 23 de abril de 2012. A partir dessa data, todo o lixo recolhido na cidade do Rio de Janeiro seria depositado no aterro sanitário de Seropédica. Em 16 de abril de 2012, prefeitura do Rio anunciou que decidiu adiar para maio o fechamento do Lixão de Gramacho, após reunião no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social entre o prefeito do Rio de Janeiro, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e representantes dos catadores. Em 30 de abril, pela terceira vez em seu governo, o prefeito Eduardo Paes anunciou que o Aterro de Gramacho será fechado no dia 1º de junho. Em 31 de maio, foi anunciado que o fechamento se dará em 3 de junho, depois de 35 anos de existência do aterro sanitário. Segundo a prefeitura do Rio, o adiamento é necessário para valer o combinado (o aterro deve ser fechado somente após o recebimento das indenizações pelos catadores).
Em 3 de junho de 2012, com a presença do prefeito Eduardo Paes e da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o aterro sanitário de Gramacho foi fechado. Na ocasião, a ministra Isabella Teixeira informou que a meta nacional é o encerramento de todos os lixões até 2014. O lixo do município do Rio de Janeiro, antes despejado no aterro sanitário, passou a ser encaminhado à Central de Tratamento de Resíduos em Seropédica.

Capacitação dos trabalhadores
A desativação do aterro sanitário traz preocupações com os catadores que lá trabalham, cerca de 5 000. No anúncio de fechamento, feito em fevereiro de 2011, foi divulgado que os catadores serão capacitados para novas funções, com investimento de 2 000 000 de reais em quinze anos, além de uma bolsa de seguro-desemprego.
Dirigentes da associação de catadores, afirmam que é preciso dar condições aos catadores, que são responsáveis por 89% de todo o lixo reciclado atualmente. "Ainda hoje, o Brasil recicla 1% da sua capacidade. Se, com a nova política, a meta é atingir 10%, vai ter uma demanda muito grande de materiais. E, para isso, as cooperativas precisam de infraestrutura, investimento em caminhões, maquinários, para escoar toda essa demanda. Os membros das cooperativas precisam entender muito mais de logística, planejamento, rota".
Em abril de 2012, ficou acertado que a prefeitura do Rio de Janeiro vai pagar, em parcela única, os recursos do Fundo dos Catadores, que, originalmente, seriam pagos ao longo de 14 anos em parcelas anuais de 1 500 000 reais. Segundo o secretário de ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, será criado um conselho gestor para administrar o dinheiro que será obtido com a venda do gás metano e que será distribuído entre os cerca de 1 500 catadores que vivem da reciclagem em Gramacho. Cada catador receberá 14.864,55 reais.
Em 3 de junho de 2012, data do fechamento do aterro sanitário, o prefeito Eduardo Paes informou que, depois dos pagamentos das indenizações dos últimos catadores pela Prefeitura do Rio de Janeiro, o município de Duque de Caxias terá que criar mecanismos de inclusão social.


DUQUE DE CAXIAS

Conheça o bairro de Imbariê em Duque de Caxias.


Imbariê 
Suas origens derivam do antigo Porto da Estrela onde eram transportadas as cargas vindas de outras localidades para Petrópolis por exemplo. Com isso Imbariê passou a ser povoada. O nome, deriva do tupi que significa "água suja" devido à péssima qualidade da água encontrada no local.

População:
Imbariê possui 33.558 habitantes, destes 1.610 são homens e 17.437 são mulheres. 7,5% desta população é formada por crianças de 0 a 4 anos na proporção de 2.515 crianças. 26,7% desta população é formada por crianças e adolescentes de 0 a 14 anos de idade, na proporção de 8.955 jovens; 67,6% desta população é formada por adolescentes e adultos com idades entre 15 e 64 anos de idade, na proporção de 22.672 jovens e adultos; e, 5,7% da população é formada por idosos com idade igual ou superior a 65 anos, na proporção de 1.912 idosos.

Com a separação de Duque de Caxias de Nova Iguaçu as terras do antigo Porto Estrela foram divididas entre Duque de Caxias e Magé e Imbariê passou a integrar o novo município sendo conhecido como o seu Terceiro Distrito.

Uma de suas características históricas mais marcantes é a estrada de ferro que até hoje liga Vila Inhomirim a Saracuruna.
A estação Imbariê foi aberta em 1888. Em Imbariê, Duque de Caxias, as plataformas do acanhado terminal são cobertas por mato, que também escondem a linha férrea (O Dia, 5 de junho de 2005). Honor Pacheco comenta em dezembro de 2006 que a data de inauguração fornecida pelo Guia Geral de 1960 poderia estar equivocada: Creio estar incorreta essa data, pois a localidade começou a se formar em 1926.

No início chamava-se Parque Estrela e pertencia ao município de Nova Iguaçu. Somente mais tarde passou a ser o 3º Distrito de Duque de Caxias. O Diário Oficial de 9 de maio de 1928 oficializou a criação da primeira escola do lugar. Era a Escola Estadual nº 35 do Parque da Estrela. Sua primeira professora (que também era a diretora) morava em Raiz da Serra e se chamava Nair Teixeira de Paiva (1906-1996).

Havia então no local, além da escola, umas poucas residências, uma padaria, botequim, uma farmácia e um armazém. Não havia, ainda, a estação de trens e, por determinação do Ministro da Viação, os comboios da Companhia Estrada de Ferro Leopoldina realizavam paradas especiais para o desembarque (pela manhã) e embarque (à tarde) da referida professora. Somente após as grandes obras de saneamento da baixada fluminense, iniciadas a partir de 1930 pelo governo estadual, o Parque da Estrela começou a desenvolver".

O Distrito de Imbariê também é formado por alguns bairros como: Jardim Anhangá, Parada Angélica, Santa Lúcia, Vila Getúlio Cabral, esta fundada pessoalmente pelo ex-presidente Fernando Collor de Melo, Nova Campinas, Taquara, Parque Paulista, entre outros. Taquara, por exemplo, se destaca pelas cachoeiras e pelo Museu Histórico de Duque de Caxias. É cortada pela auto estrada Automóvel Club, além das trilhas que se destinam ao município de Petrópolis.


DUQUE DE CAXIAS

BR 040 - Rodovia Presidente Washington Luiz


A BR-040 é uma rodovia federal radial do Brasil. O ponto inicial da rodovia fica localizado em Brasília (DF), no entroncamento com a BR-450 (Via EPIA) e com a BR-251 (Via EPCT), enquanto que o ponto final fica localizado no Rio de Janeiro (RJ), mais especificamente na Praça Mauá. A BR-040 passa pelo Distrito Federal e pelos estados de Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro, sendo a principal ligação rodoviária entre estas unidades federativas.
Em setembro de 2009, o trecho da rodovia compreendido entre Brasília (DF) e Petrópolis (RJ), passou a receber o nome de Rodovia Presidente Juscelino Kubitschek, através da sanção presidencial da lei n° 12.028/2009.1
O trecho da BR-040 localizado entre Petrópolis (RJ) e o Rio de Janeiro (RJ), recebe o nome de Rodovia Washington Luís, em homenagem ao ex-presidente da república Washington Luís, que ficou conhecido por construir diversas rodovias durante o seu mandato (de 1926 até 1930), incluindo este trecho da BR-040.

Serve, dentre outras, as seguintes cidades:
  • Brasília (DF)
  • Valparaíso de Goiás (GO)
  • Luziânia (GO)
  • Cristalina (GO)
  • Paracatu (MG)
  • João Pinheiro (MG)
  • Três Marias (MG)
  • Felixlândia (MG)
  • Paraopeba (MG)
  • Caetanópolis (MG)
  • Sete Lagoas (MG)
  • Ribeirão das Neves (MG)
  • Contagem (MG)
  • Belo Horizonte (MG)
  • Congonhas (MG)
  • Conselheiro Lafaiete (MG)
  • Cristiano Otoni (MG)
  • Carandaí (MG)
  • Ressaquinha (MG)
  • Alfredo Vasconcelos (MG)
  • Barbacena (MG)
  • Santos Dumont (MG)
  • Ewbank da Câmara (MG)
  • Juiz de Fora (MG)
  • Matias Barbosa (MG)
  • Simão Pereira (MG)
  • Comendador Levy Gasparian (RJ)
  • Três Rios (RJ)
  • Areal (RJ)
  • Petrópolis (RJ)
  • Duque de Caxias (RJ)
  • Rio de Janeiro (RJ)
Sua extensão é de 1 178,7 quilômetros.
A atual BR-040 foi efetivada pelo Plano Nacional de Viação em 1973. A redação inicial do Plano, em 1964, estabelecia a rodovia entre Brasília (DF) e São João da Barra (RJ). Com a revisão, o trecho entre Belo Horizonte e São João da Barra passou a fazer parte da BR-356, sendo incluído na BR-040 o trecho até o Rio de Janeiro, inicialmente parte da BR-135.
Antes de 1964, o trecho entre Rio de Janeiro e Belo Horizonte era denominado BR-3.

- Dois trechos da BR-040 têm grande importância na história das rodovias brasileiras. O trecho entre Petrópolis e Juiz de Fora compreendia a Estrada União e Indústria, a primeira rodovia brasileira, inaugurada em 23 de junho de 1861 por Dom Pedro II. Este trecho foi substituído pela atual Rio-Juiz de Fora em 1980. O trecho Rio Petrópolis, conhecido como Rodovia Washington Luís, foi inaugurado em 25 de agosto de 1928, pelo Presidente da República, Washington Luís, e tornou-se o primeiro asfaltado do Brasil em 1931 .

O trecho da BR-040 entre Juiz de Fora e o Rio de Janeiro foi concedido à Companhia de Concessão Rodoviária Juiz de Fora - Rio de Janeiro (Concer) em 1996.
No trecho urbano da cidade do Rio de Janeiro, a BR-040 é formada em sua maior parte pela Avenida Brasil (trecho concomitante com a BR-101) e pela Avenida Rodrigues Alves/Elevado da Perimetral, indo desde a travessia sobre o Rio Meriti no limite com Duque de Caxias, até o ponto final da rodovia na Praça Mauá.
Em dezembro de 2013, o trecho da BR-040 entre Brasília e Juiz de Fora foi concedido à Invepar (Investimentos e Participações em Infraestrutura S.A.), que será responsável, pelo período de 30 anos, pela recuperação, operação, manutenção, conservação, implantação de melhorias e ampliação da rodovia.
Em março de 2014 foi assinado o contrato de concessão em que consta a obrigação de duplicação de pelo menos 557km, entre eles o trecho de Luziânia (GO) a Paraoapeba (MG); do entroncamento com a BR-365 (trevo de Ouro Preto) até Barbacena (MG), e de Oliveira Fortes (MG) até Juiz de Fora (MG).

História da rodovia Washington Luís

A BR-040 na chegada à cidade do Rio de Janeiro.
Trecho concomitante com a BR-050, próximo a Valparaíso de Goiás (GO), na divisa entre o Distrito Federal e Goiás.
Pelos idos de 1926, o presidente da República, Washington Luís, declarava à Nação que "governar é construir estradas", num país em que, em 1927, tinha 93.682 automóveis e 38.075 caminhões. O Distrito Federal e o Estado do Rio de Janeiro somavam 13.252 automóveis e 5.452 caminhões.
A estrada Rio Petrópolis constituiu-se numa das prioridades, notadamente pelo fato de a imprensa fazer pesadas críticas pelo abandono do caminho à Cidade Imperial. Não era para menos: as enxurradas de dois verões levaram a areia e o saibro de macadame da serra, enquanto a tabatinga da Baixada abria-se em sulcos intransitáveis. Um dos jornais comentava o retrocesso, naquela época em que as baratas, cupês e cabriolés voltavam a subir, a bordo dos vagões da Leopoldina.
A picareta, a pá, a enxada e as carrocinhas de burros eram os instrumentos de trabalho, numa fase de surto de malária na Baixada, sem esquecer o frio da serra de Petrópolis. Os operários ocupavam improvisados alojamentos no alto da montanha.
Com oito metros de largura de plataforma, a Rio Petrópolis era inaugurada pelo presidente Washington Luís, em 25 de agosto de 1928, ao lado de seis ministros e de autoridades regionais. No dia seguinte, domingo, nada menos do que 1 783 carros passavam pela estrada, levando um cronista social a compará-la a uma Avenida Central, devido às enormes filas, vagarosas. Dois dias depois, numerosos caminhões assustavam os usuários, temerosos dos perigos das alturas. Três anos adiante, os 22 km da serra começavam a receber revestimentos de concreto. Três viadutos venceram as profundas grotas existentes, pela ousadia com que conduziram o concreto desfiladeiro abaixo.
A antiga Rio Petrópolis foi considerada, por muito tempo, a melhor rodovia da América do Sul.
Na década de 1950s foi construída a Estrada do Contorno de Petrópolis, ligando Itaipava a Xerém, que passou a ser usada como pista de descida da serra. Atualmente, a antiga Washington Luiz serve como pista de subida da BR-040 até a entrada de Petrópolis (Quitandinha), onde se inicia a Rio-Juiz de Fora, e antes se entronca com a Rodovia Rio Teresópolis (BR-493 e BR-116).

O trecho Petrópolis - Juiz de Fora
 A BR-040 no distrito de Pedro do Rio (em Petrópolis, RJ), ao lado da conhecida cervejaria do Grupo Petrópolis.
Este trecho, concluído em 15 de junho de 1980, substituiu a antiga Estrada União e Indústria, a primeira rodovia do Brasil, inaugurada em 1861. Suas obras tiveram início em 1975 e concluídas cinco anos depois, seguindo longo percurso em região montanhosa, plana, ondulada, com trechos de pista simples (7,20 m) e duplas (14,40 m), de largura. Atualmente todo o percurso é feito em pista dupla.
De Petrópolis a Juiz de Fora, a rodovia BR 040 corta sete municípios, num percurso de 138 quilômetros, com volume de tráfego de sete mil veículos/dia e menor índice de cargas, em relação a Rio Bahia, segundo informação do DNIT.
Em 1º de março de 1996, o trecho entre Rio de Janeiro e Juiz de Fora foi privatizado pelo prazo de 25 anos, concedido à empresa Concer. Possui três praças de pedágio, duas em território fluminense - km 104 (Duque de Caxias), km 45 (Areal) e uma em Minas - km 814 (Simão Pereira).

O trecho Juiz de Fora - Belo Horizonte
A BR-040 nas proximidades de Juiz de Fora (MG).
O trecho, que possui 260km, corresponde aproximadamente ao traçado do Caminho Novo aberto no século XVIII. Na década de 1930a estrada foi retificada e atingiu Belo Horizonte. Em 1 de fevereiro de 1957 foi inaugurada a pavimentação da então rodovia BR-3 pelo presidente Juscelino Kubitschek. Em 1982 a rodovia foi duplicada de Belo Horizonte até o trevo da BR-356 (para Ouro Preto), deAlfredo Vasconcelos até Serra da Mantiqueira, próximo a Santos Dumont, passando por todo por território de Barbacena e alargada até Juiz de Fora, exceto trechos em pontes e viadutos, sendo que desde meados da década de 1990 diversos trechos estão sendo duplicados.
A rodovia, entre Juiz de Fora e Belo Horizonte, apresenta diversos pontos perigosos, tais como o Viaduto Vila Rica (antigo Viaduto das Almas) (km 592), Curva do Sabão (km 580), Curva do Ribeirão do Eixo (km 588), Viaduto do Túnel (km 756), entre outros. A parte da estrada mais perigosa são os 90 km que ligam Conselheiro Lafaiete à capital mineira.

O trecho Sete Lagoas - BR-135
Duplicada entre a capital mineira e a cidade de Sete Lagoas, dali em diante, em direção a Santa Maria, a BR 040 tinha um traçado simples. Com o passar dos anos e o desenvolvimento da região norte do estado de Minas Gerais o fluxo de veículos, principalmente caminhões carregados de carvão para abastecer siderúrgicas, tornou a viagem um verdadeiro martírio. Congestionamentos em feriados prolongados eram constantes.
As obras de duplicação da rodovia BR-040 foram lançadas pelo Governo Federal em janeiro de 2007, e contemplaram o trecho entre Sete Lagoas e o entroncamento da BR-135, o Trevão de Curvelo. Ao todo serão 48 km duplicados com duas faixas de cada lado e separação por canteiros. Apenas pequenos trechos continuam em obras, mas boa parte das pistas já foi liberada para o tráfego. Foram previstas também construções de novas pontes e viadutos de acesso. No caso da cidade de Paraopeba a nova 040 ganhou traçado externo à cidade - antes o trânsito cortava o município.
O trecho tem um fluxo diário de cerca de 15 mil veículos segundo o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e sua importância se dá pela ligação entre o norte de Minas com a capital e parques siderúrgicos com os principais plantio de eucaliptos do estado - matéria-prima para o carvão.





DUQUE DE CAXIAS

Catedral de Santo Antonio em Duque de Caxias


Tudo começou quando Frei Leandro Novak, comprou uma área de terreno com 990m, na rua José de Alvarenga, no centro de Duque de Caxias, na qual ergueu a Igreja de Santo Antônio, juntamente com uma casa residencial destinada aos Padres. Em 13 de junho de 1939 foi inaugurada solenemente a nova Igreja pelo Exmo. Dom José André Coimbra, Bispo de Barra do Piraí, RJ, Diocese a que a cidade de Duque de Caxias pertencia. 

Naquela época eram poucas as Dioceses e com territórios bastante extensos. Em 8 de abril de 1942, foi a nossa Igreja elevada à condição de Matriz da Paróquia de Santo Antônio, sendo seu primeiro vigário Frei Alípio Both, sucessor de Frei Leandro. A nossa Paróquia nasceu sob a orientação e os cuidados da Ordem dos Frades Franciscanos, da Província Imaculada Conceição do Brasil, razão por que periodicamente mudavam os vigários e coadjutores, uma vez que é norma da Ordem dos Frades Menores (OFM) o rodízio de seus confrades. Foram então vigários: Frei Lauro Ostermann OFM; Frei Estevão; Frei Aniceto Kroker e novamente Frei Lauro, que comprou o terreno situado à Estrada Rio-Petrópolis (atual Av.: Presidente Kennedy), onde foi construída a nova Igreja de Santo Antônio. Frei Joaquim Orth deu início às obras de construção, movimentando toda a Paróquia para conseguir ajuda. 

A seguir Frei Teodoro Zimermann empenhou-se com grande entusiasmo e quase concluiu as obras, que contavam também com grandes campanhas promovidas pelas Irmãs Franciscanas de Dilling (Colégio Santo Antônio), entre alunos e pais. Foram realizadas também grandes festas pelos paroquianos e feitas doações para vitrais e bancos por famílias e comerciantes locais.  Frei Teodoro convidou o então Provincial da Província da Imaculada Conceição do Brasil a visitar e abençoar solenemente a nova Igreja e Frei Egberto Prangemberg, representando-o, admirou-se com o grande ofertório oferecido pelo povo: desde o tabernáculo, conduzido por um casal, até paramentos completos para os padres e roupas e calçados para os coroinhas e todos os objetos do altar, necessários às celebrações.

Enfim, no dia 7 de setembro de 1959, com uma grande festa, Frei Teodoro inaugurou, para alegria e orgulho dos paroquianos, a Igreja Matriz de Santo Antônio. Logo depois foi eleito vigário da Matriz de Santo Antônio Frei Tadeu Hoeninghausen, que ultimou os trabalhos da parte externa da Matriz, construiu o salão paroquial e várias capelas na Paróquia. Outros vigários franciscanos deram seqüência aos trabalhos pastorais da matriz como Frei Bernado Oleskonvicz, Frei Celso Horta de Novais, Frei Willy Gaertner e Frei Névio Fiorin. A Igreja Matriz de Santo Antônio foi cedida pela Província Franciscana da Imaculada Conceição para nela ser instalada a sede da nova Diocese de Duque de Caxias e São João de Meriti, o que aconteceu em 12 de julho de 1981, entregue à orientação de Dom Mauro Morelli, atual Bispo Diocesano.  (fonte: Almanaque de Santo Antônio 1994, Ed. Vozes) 

História de Santo Antônio

Nasceu em Lisboa, em 1195, e morreu em Pádua, em 1231. apesar de tanto tempo passado, vemos espalhada ainda hoje em todos os cantos a devoção a Santo Antônio. Franciscano que era, sua pessoa e sua santidade foram conhecidas pelos povos através dos frades menores espalhados em todo o orbe. Devemos dizer que o povo brasileiro tem uma particular devoção ao Santo das coisas perdidas e ao intercessor para se obter um casamento. Criou-se uma legenda meio fantasiosa em torno desse filho da terra lusitana e adotado pelos paduenses Fernando, assim se chamava frei Antônio antes de ser franciscano, tinha vontade de ser religioso. 

Sua vocação agostiniana surgiu pelos seus 15 anos. Percebeu que deveria dar à sua vida a dimensão da consagração total a Deus através dos votos da pobreza, obediência e castidade, vivendo entre os cônegos de santo Agostinho. Foi mesmo ordenado sacerdote, tendo mostrado grande interesse pelo estudo das Sagradas Escrituras. Nessa época Francisco de Assis surgiu na história da Europa com seu movimento evangélico de volta à pobreza e à vida fraterna ditada pelo Evangelho. Com seus irmãos, Francisco se tornava um grande missionário do Evangelho na própria Europa e nas terras de missões. Fernando se entusiasmou pelo zelo missionário dos frades de Francisco. Quis ser franciscano. 

Queria, sobretudo, entregar o tempo de sua vida para a vida missionária. Tornou-se Frei Antônio. Nunca conseguiu realizar seu intento de dar-se às missões. Teve uma séria doença e depois de ter partido em viagem viu-se obrigado a voltar e toda a sua vida foi de homem de saúde frágil. Tornou-se então professor da Sagrada Escritura e pregador ardoroso contra todas as doutrinas que se opunham à fé católica.Em rápidos traços, essa foi a vida de Antônio. Vivia uma vida cristã intensa. Era apaixonado por Cristo. Conheceu um ardor imenso dentro de seu peito em fazer conhecido entre os homens o nome e a figura de Cristo. Viveu na obediência religiosa, no convívio dos irmãos, na busca de Deus através da oração de todos os momentos, sobretudo da meditação. 

Foi declarado oficialmente santo por causa de sua vida ilibada. Tornou-se assim modelo dos cristãos. Criou-se depois uma legenda e lendas foram inventadas.Como imitar Santo Antônio? Teríamos vários aspectos de sua vida a serem colocados em destaque. Antônio foi certamente um homem que tinha um carinho todo especial pela Palavra de Deus. Ser devoto de Santo Antônio consiste em imitar este zelo. Hoje em dia multiplicam-se entre nós os círculos bíblicos. Certamente esse hábito de estudar e ler as Escrituras é uma maneira de agradar a Santo Antônio.Em segundo lugar sabemos que Antônio foi missionário à maneira dos franciscanos. Queria dar sua vida pelo anúncio de Jesus Cristo. Muitas vezes Santo Antônio é representado com o Menino Jesus e o livro dos Evangelhos. Ele mostra Cristo aos homens. O devoto de Santo Antônio é um anunciador de Cristo aos homens. Não que devamos fazer grandes sermões. Mas quando podemos, onde estamos e vivemos, seremos missionários de Cristo. Os valores que Cristo deixou no Evangelho como a verdade, o amor fraterno, o perdão das ofensas, a generosidade, são valores que anunciamos aos homens por nossa vida e por nossas palavras.  (fonte - Almanaque de Santo Antônio - 1980 - Ed. Vozes) 

A sua cidade natal é Lisboa, o seu nome é Fernando, mas, para os povos do mundo inteiro, ele será, nos séculos, Antônio de Pádua, "o Santo". A sua vida chegou somente a trinta e seis anos: vinte e cinco transcorridos em Portugal e onze entre a Itália e a França. Lá viveu o homem "privado", o religioso humilde e oculto, todo dedicado à oração, à meditação e ao estudo. Na Itália e na França o homem "público", dedicado a pregação, ao ensinamento e à obra apostólica e social: o frade apaixonado por Deus e pela Igreja, o qual, aonde quer que fosse, comovia, atraía, fazia falar de si. Em vinte e cinco anos, fez zpenas duas etapas: Lisboa e Coimbra; nos outros onze anos, agiu e se movimentou sem parar: da Romanha aos Alpes, do Adriático até o Atlântico, em Poitou.Na Idade Média, normalmente, recebia-se o nome do lugar de origem: a Santo Antônio foi dado o nome do lugar de sua morte, Pádua, porque ele mesmo preferiu essa cidade, entre as demais, escolhendo-a como seu último lar.A história, que chegou até nós, não fornece abundantes notícias da sua vida: oferece-nos mais uma imagem de conjunto do que em detalhes, de eventos mais do que prospecto. Existe, porém, um fato particular que atesta a sua santidade, em nível eminente, e a forma de taumaturgo, que acompanhou a sua vida: a sua canonização, que se realizou antes de completar-se um ano de sua morte. Canonizações tão solícitas não se registram facilmente na Igreja.

foi um "gigante" humilíssimo, um grande homem de fé. A sua vida foi um exemplo luminoso de total dedicação à vontade de Deus. Desde criança, queria ser como seu pai, cavaleiro e expedicionário, para usar a couraça e a espada: o Senhor o tornou monge e frade, e vestiu o hábito marrom dos franciscanos.Desejava ser mártir em Marrocos: uma misteriosa tempestade o desviou para a Itália, onde se tornou pregador e evangelizador. Gostava da vida retirada e oculta de Coimbra, de Montepaolo e de Composampiero, de recolhimento e contemplação: o Senhor o imergiu no alvoroço da ação na Itália e na França. Preferia os livros, a leitura e a escritura, a cátedra e as bibliotecas: O Senhor o destinou ao púlpito e ao confessionário, às longas viagens e ao diálogo contínuo com o povo. Quis somente uma coisa durante toda a sua vida: ser santo, fazer a vontade de Deus. Nisso o Senhor o satisfez. (fonte: Revista O Santo dos Milagres, fevereiro de 1996 / Pádua / Itália)

Santo Antônio casamenteiro.

Há muitas lendas em torno desta crença. Eis uma delas: Existia em Pádua, um tirano de nome Erzelino, que baixara um decreto, segundo o qual as pessoas deveriam levar idêntico dote par o casamento. Assim, rico sempre casaria com rico, e pobre com pobre. Casava-se mais com a "carteira" do que com o coração. A população da cidade revoltou-se e Santo Antônio enfrentou o tirano em praça pública. E tal foi a força de suas inventivas que Erzelino foi obrigado a revogar o estapafúrdio decreto. Santo Antônio foi carregado em triunfo e, desde então, aclamado como " o santo casamenteiro " (retirado do Almanaque de Santo Antônio 2001)


DUQUE DE CAXIAS

Paroquia de Santa Terezinha


Em 10 de fevereiro de 1647, moradores transformaram a rude capela erguida no povoado, dois anos antes, em igreja sede da Freguesia, batizada como São João Batista de Trairaponga.

- A construção em madeira teve o financiamento da Real Fazenda e dos moradores, esforço que teve o reconhecimento de D.João IV, em alvará publica na época. Hoje, o templo é dedicado a Santa Terezinha do Menino Jesus, no Parque Lafaiete.

Por falta de conservação, um novo templo teve que ser construído de frente para a Baía de Guanabara. Passados os anos, a Igreja perdeu a sua importância religiosa e deixou de ser sede de Freguesia. Em 1747, às margens do Rio Meriti, foi construída nova Igreja, alterando-se sua denominação para Freguesia de São João Batista de Meriti. Ao longo dos séculos XVIII e XIX, a impiedosa ação do tempo destruiu a Igreja de Trairaponga. No século passado, recebeu várias reformas, ganhando inclusive um novo padroeiro, o de Santa Terezinha do Menino Jesus, e suas terras foram ocupadas por intenso processo de loteamento.

Por volta de 1930, os moradores resolveram reconstruir o templo abandonado de São João Batista de Trairaponga, que ganhou um novo altar-mor e passou a ser ocupado por Santa Terezinha do Menino Jesus. Com a mudança, no final do Século IX, da Freguesia de São João Batista de Trairaponga para uma nova sede, em direção à nascente do rio, onde hoje é a sede do Município de São João de Meriti, a velha igreja entrou em decadência chegando a ponto de perder até o seu telhado, sendo reconstruída no início do século XX, quando a laranja substituiu a cana de açúcar e a região do Parque Lafaiete se transformou em pequenas propriedades, ao melhor estilo das “Quintas” portuguesas.

Embora tenha mais de 300 anos, a Igreja não mereceu até hoje uma restauração digna do nome, para que volte a ocupar o centro das atenções, como ocorria entre 1665 e 1800. Afinal, o templo do Parque Lafaiete foi o centro administrativo da Freguesia de São João Batista de Trairaponga, no início da colonização da Baixada Fluminense e berço do pujante município de Duque de Caxias. A velha Igreja é hoje apenas um pequeno retrato em 3x4 do que já foi nossa região

A Paroquia esta localizada a Rua Joaquim Pessanha, N.º 80, Parque Lafaiete, Duque de Caxias/RJ

DUQUE DE CAXIAS

Conheça o Engenho do Porto em Duque de Caxias.


Engenho do Porto é um bairro do município de Duque de Caxias, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, fazendo parte do primeiro distrito do município.Tem limites com Lagunas e Dourados, Centro, Bar dos Cavaleiros e Bela Vista. Seu acesso e pela Avenida Dr. Manoel Teles que inicia no Centro e termina no Bar dos Cavaleiros. O bairro é cortado pelo Canal dos Caboclos, que da colonização até o inicio do século passado foi navegável. Este curso d’água separa a Vila Ideal (mais antiga favela de Duque de Caxias) da Favela do Lixão, que o ex-governador Garotinho batizou de Comunidade da Vila Nova.

O Engenho do Porto possui uma Fundação Esportiva chamada de Fundrep, onde é comum a disputa de campeonatos de futebol atraindo atletas amadores de diversas regiões do município. A Paroquia Nossa Senhora da Glória localizada a Rua Risoleta Caetano é a referencia que marca a presença da igreja católica na região.

O bairro não possui Posto de Saúde; não possui aparato de segurança pública; Em algumas regiões ainda são comuns os alagamentos nos dias de chuva; o abastecimento de água da Cedae é regular; 

A comunidade tem 2 (duas) áreas de lazer, a Praça da 5 de Maio e a Praça João Batista. As instituições de ensino são: o CIEP 434 (Professora Maria José Machado), a Escola Estadual Duque de Caxias, a Escola Estadual Norma Toppy Uruguay, a Escola Municipal Professora Olga Teixeira de Castro, a Escola Municipal Todos os Santos e a Universidade da Criança. 02 (dois) centros esportivos privados. Nas manhãs de quinta-feira a Rua Expedicionário José Amaro recebe a tradicional feira do bairro.

As linhas de ônibus que atendem aos moradores do bairro são: Jardim Leal x Bar dos Cavaleiros (via Nilo Peçanha); Bar dos Cavaleiros x 21 de Abril (Igreja São Jorge); Bar dos Cavaleiros x Caxias Shopping.

Afirmamos ainda, que o bairro está localizado entre as vias: Dr Manoel Teles, Caio de Carvalho, Tenente Jose Dias, Rua Ana Porto, Av Nilo Peçanha e Rua Itaboraí.